FT18 recebeu 4 mil participantes e compartilhou 300 horas de conteúdo

FT18 recebeu 4 mil participantes e compartilhou 300 horas de conteúdo

O Festival da Transformação – FT18 (https://ft.poa.br/) encerrou com mais de 4 mil participantes nos dois dias de evento (24 e 25/nov), no campus da ESPM Sul, em Porto Alegre, para interagir com 450 atividades e mais de 300 horas de conteúdo nos cinco hubs temáticos do festival: Inovação, Tecnologia, Empreendedorismo, Marketing e Cultura. Nas salas de aula, palestras ocorreram simultaneamente nos dois dias, além dos auditórios, com 350 palestrantes transmitindo ideias e conhecimento. Nas áreas de exposição e relacionamento, o público interagiu com tecnologias como realidade virtual, neurociência e impressão 3D. Somaram-se ainda atividades como mais de 20 shows musicais em três palcos, visitas técnicas, feira de startups, batalha de pitches – vencida pela Velivery –, desfiles de moda, declamação de poesias e muito mais.

 

O vice-presidente de Marketing da ADVB/RS e CEO do FT18, Jonatas Abbott, apontou a construção coletiva do evento como o grande diferencial. “É impossível olhar apenas para uma pessoa, empresa ou entidade aqui no FT18. A autonomia que a ADVB/RS deu para o grupo de curadores, 23 cabeças que trabalharam juntas construindo as pautas, nunca tinha visto isso antes. Participar desse grupo de curadoria e fazer algo tão coletivo foi uma experiência transformadora. O resultado foi um evento em que todo mundo se encaixa, leve, apesar do enorme peso de conteúdo que ele traz. É de arrepiar a maneira como esse evento é construído. Algo inédito”, avaliou.

 

Para o presidente da ADVB/RS, Rafael Biedermann Mariante, a realização do FT18 é motivo de muito orgulho e representa a materialização do ecossistema de inovação e colaboração em Porto Alegre e no Rio Grande do Sul. “Em especial, a edição deste ano evoluiu e cresceu com vários parceiros que compreenderam o propósito e posicionamento do evento. Não mediram esforços para entregar à sociedade o melhor conteúdo disponível em inovação, marketing, empreendedorismo, tecnologia e cultura. Curadores, patrocinadores, parceiros, entidades, palestrantes e um público participante inquieto fizeram do FT o farol de todo o mercado. Toda essa diversidade nos motiva a continuar conectando e interligando mais pessoas, empresas e agentes de inovação para a próxima edição do Festival. A ADVB/RS agradece os participantes e renova o convite a todos para que possamos continuar empreendendo este projeto fantástico. O FT19 já começou e está logo ali, até lá!”, destacou.

 

O FT18 tem patrocínio da Lei de Incentivo a Cultura (LIC); Grupo RBS; FEMSA e SEPRORGS. Apoio da Banana Nude; Cinco TI; Sebrae; Startse; PwC; Lebes; Icatu Seguros, Rio Grande Seguros, Agibank e Thyssenkrupp. Apoio Institucional da PUCRS; UFRGS; Unisinos; Prefeitura de Porto Alegre; POA Inquieta e ARP. Cocuradoria da Share. Parceiros Grupo LZ, OTRO Design, Menvia, Flowork, Innovation Lab, Flyware, Dinamize, Lado K Eventos e Ouro e Prata.  Correalização da ESPM Sul e realização da ADVB/RS. Parceiros: 99, Saque e Pague, Intelichat, Master Hoteis.

FOTOS – fazer cadastro para entrar no álbum FT18.
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Palestras internacionais foram de storytelling até comida e os sentidos

Superação e storytelling – A história de superação pessoal da nigeriana Remi Owadokun virou sucesso mundial e foi um dos destaques do FT18 na manhã deste domingo. Remi emagreceu 40kg e, de forma não planejada, começou a compartilhar a experiência na internet e se tornou um fenômeno de inspiração, bem como exemplo de storytelling. Na palestra “O poder do Storytelling na condução da mudança social”, Remi procurou mostrar como a metodologia pode ser utilizada para quem busca se destacar nas redes sociais, por exemplo. Através do seu próprio exemplo, ela deu dicas valiosas de como se comportar e se dirigir ao seu público. Entre os seus conselhos ao público, Remi alertou que antes de tudo é preciso ser verdadeiro. Segundo ela, a audiência que o acompanha consegue identificar se você está interpretando um personagem ou se é aquilo que realmente passa. Isso, para ela, faz toda a diferença para quem sonha em fazer sucesso na internet. Ela contou ainda que é preciso começar com o que se tem, já que ela mesma começou com ferramentas gratuitas e equipamentos simples.

Proposta empreendedora na Amazônia – A empreendedora social paraense Kamila Brito, de 30 anos, palestrou no FT18 contando sua história com o Barco Hacker, uma iniciativa que realiza um intercâmbio tecnológico e cultural na Amazônia. Nascida em Belém, a jovem precisou sair da cidade natal para fazer cursos voltados para a tecnologia e inovação, e foi nessa situação de desconforto que encontrou a força para empreender, inovar e impactar o ambiente em que vive. Em uma fala carregada de boas histórias, Kamila contou que tinha como objetivo transformar a região e a vida dos ribeirinhos, levando a informação e a tecnologia de forma democratizada. O Barco Hacker, projeto que surgiu em 2014, é um espaço móvel equipado para realizar imersões criativas, realização de cursos e iniciativas inovadoras. Indo além, o barco é ainda um espaço para trabalhar conceitos de cidadania, tecnologia e informação.

Comida e os sentidos – Uma das palestras mais aguardadas do FT18 foi ministrada por Barry Smith neste domingo. Diretor do Instituto de Filosofia da Escola de Estudos Avançados da Universidade de Londres, Smith é fundador do Centro para o Estudo dos Sentidos, realizando diversos experimentos sensoriais em que conecta a alimentação aos sentidos. No FT18 ele levou um pouco do que as suas pesquisas, ao longo desses anos, já identificaram e explicou ao público que a alimentação é uma verdadeira experiência sensorial. O primeiro mito que Barry Smith desmistificou à plateia foi de que o paladar é o primeiro sentido utilizado ao se comer. De acordo com ele, na verdade é a visão se sobressai, agindo como uma condutora de toda a expectativa em relação à comida. Ele explicou que, estatisticamente, as pessoas preferem comer em um prato branco ao preto, por exemplo. Conforme Barry, aquilo que a maioria das pessoas conhece são os cinco sentidos clássicos, mas na verdade há 22 sentidos que se fundem uns aos outros durante o ato de comer. A memória afetiva também está incluída na experiência alimentar. De acordo com Smith, cada pessoa tem um paladar diferente, ou seja, aquilo que uma gosta pode não ser saboroso para outra. Isso tem relação com as papilas gustativas, que variam de tamanho em cada pessoa.

Todos são influenciadores – A chave da influência é compartilhar seus dons com o mundo, disse o nigeriano John Obidi no FT18. Considerado um dos jovens mais influentes do seu país, ele contou sua história de como chegou a esse posto sem ter dinheiro para investir. Autodidata, Jonh começou a estudar sozinho pela internet em 2013 e nunca mais parou. Hoje tem um canal de vídeo com mais de um milhão de pessoas acessando e ensina as pessoas como podem se tornar influentes e como monetizar seus conhecimento através de cursos online e eventos. “Todo mundo é influente porque sempre existe algo em que a gente é bom e sempre tem alguém que quer aprender o que sabemos”, falou ao público. John também é CEO e fundador da Headstart Africa, uma comunidade online com mais de 95 mil integrantes entre executivos, líderes e pensadores.

Feira de Startups trouxe projetos inovadores

O FT18 também foi espaço para aproximar investidores e empreendedores e aquecer ainda mais o mercado de startups, promovendo o desenvolvimento da cultura de inovação. Nos dois dias de evento, diversas startups estiveram com estandes no prédio C atendendo o público e participando das batalhas de pitches.

A MIGO é uma delas, uma startup de quatro meses que nasceu em um evento da Startup Weekend, da UlbraTech, em Canoas. Jorge Cifuentes, CEO da MIGO, explica que o aplicativo surgiu com intuito de reduzir o abandono pet. “Mas depois vimos que a questão não é colocar um hardware no pet, pois quem abandona são as pessoas, então começamos a trabalhar com o comportamento. Vimos que precisamos oferecer conteúdos gratuitos educativos. Criamos uma parte de treinamentos gratuitos, conectado a uma agenda de jornada pet. Tudo isso nos fornecerá dados de comportamento do usuário e de como está a sinergia entre o dono e o animal. Com esses dados, conseguiremos oferecer serviços melhores e integrar a cadeia pet”, destaca. A plataforma MIGO está em fase de testes e deve ir ao ar em janeiro de 2019. A empresa já tem um investidor, mas está em busca de outros para implementar novas fases do projeto.

A startup Dobra, de Montenegro, participou com o intuito de divulgar seu propósito, já que a empresa, de dois anos, tem como conceito fazer o bem para o mundo, sem desperdício e sem visar lucro. A Dobra produz carteiras, camisetas e tênis de um material de fibra resistente e sustentável chamado Taivic. A venda ocorre pelo site https://querodobra.com.br e o objetivo é oferecer uma experiência de compra aos consumidores. “Somos uma empresa horizontal, que não tem chefe e todos fazem de tudo, com salário igual. Hoje temos 20 pessoas e estamos crescendo naturalmente, sem buscar investimento no momento”, contou Julian Araújo. A Dobra participa de projetos sociais na cidade e faz campanhas de arrecadação. Na última Black Friday, por exemplo, foram arrecadados R$ R$ 51 mil para doações a entidades carentes.

Fotografias, cartoons e esculturas levaram arte ao FT18

Nove artistas gaúchos foram responsáveis por integrar a programação com esculturas, fotografias, intervenções e outras manifestações artísticas ao Festival da Transformação – FT18. As obras foram expostas em diferentes locais dos prédios da ESPM Sul, como saguões, escadarias e paredes, e integraram o evento ao longo dos dois dias de atividades.

As propostas foram apresentadas à ADVB/RS pela Produtora de Curadoria do FT18, Clara Cristina Zitkoski, que reuniu os nomes, trabalhos e propostas de cada artista. Segundo ela, foi priorizada a participação de artistas que fossem gaúchos e que tivessem traços de inovação em seus trabalhos. Trazer arte para dentro do FT18 é uma forma de abrir espaço para a sensibilidade, conforme aponta Clara: “trouxemos aos poucos a arte e a inovação do setor cultural para dentro do FT18. Queremos proporcionar aos participantes que saíssem um pouco das questões técnicas, e tivessem momentos para relaxar”.

A artista Marlene Reinaldo participou do FT18 com as exposições Tecituras e Para além do Futuro, a primeira com produção de estamparias e a segunda com fotografias. Já Idalgo Adams cedeu duas de suas esculturas para fazerem parte do evento: Facetas e Guerreiro. Unindo o cobre e o vidro, Gustavo Nakle participou com as esculturas denominadas Formigas. Kiko Medeiros apresentou coleções de telas coloridas e em preto e branco e Vick Fernandes levou as obras com o nome Cuadrado.

Os filmes também fizeram parte dos materiais artísticos presentes no festival. Criação de Maíra Coelho, o curta Retirantes, protagonizado por bonecos e inspirado em obras de Portinari, foi exibido durante os dois dias do FT18. No domingo (25) aconteceu a exibição de um longa metragem com acessibilidade. A criação é de Sid Schames, que, além de gerar acessibilidade em conteúdo audiovisual, busca promover o convívio das pessoas com e sem deficiência, através de oportunidades equiparadas de diversão, entendimento e emoção num ambiente que valoriza as diferenças.

Por fim, os cartunistas Santiago e Rafael Corrêa participaram dos dois dias de Festival da Transformação – FT18 realizando cartoons gratuitos para o público do evento, e obtiveram grande adesão por parte dos envolvidos com as atividades. A produtora lembra que a arte também é uma forma de trazer a sensibilidade para o dia a dia do evento e afirma: “o espaço artístico tem muito a ver com a linguagem da tecnologia. Às vezes fazemos eventos com padrões tão técnicos que esquecemos de colocar ações que auxiliem na descontração e no relaxamento. E esses artistas estiveram conosco para isso”.

Site: ft.poa.br
Face: /FTPOARS
Insta: @FTPOA
E-mail contato: eventos@advb.com.br

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